Nova balada

05/12/2008 14:05 | Energy drink |

Cada novo trabalho tem sido uma nova diversão.
E assim estou me divertindo de montão com o atual trabalho. Agora meu negócio é vender bebida energética pela internet.
Ainda não sei bem onde vai dar, mas estou aplicando boa parte dos ensinamentos acadêmicos no planejamento de marketing para executar esta tarefa.
Ora pro nobis!

Nova jornada

22/08/2008 8:54 | Web |

Inicio das atividades junto a Cromos Eventos

Relatório Final

17/07/2008 12:41 | Sem Categoria | No comments

Relatório de Estágio

Aluno: Jefferson Rodrigues
Prof. Orientador: Luiz Solera Castilho

Dedicatória

“A vida é a arte do encontro, embora haja pela vida tantos desencontros.” (Vinicius de Moraes)

A quem sempre me motivou a seguir em frente: Dra. Lara Steil.

A memória de minha mãe.

Agradecimentos

Agradeço, acima de tudo, a Deus, que me iluminou para concluir mais uma etapa da vida.

Não poderia deixar de agradecer aos amigos, dentre poucos, Claudimar e Davi, que sempre acreditaram e que emanaram as melhores energias.

Agradeço aos que fizeram de tudo para que eu não conseguisse terminar este curso, pois foi deles que veio a gana de chegar até aqui.

Resumo

A elaboração deste Relatório de Estágio teve por finalidade pesquisar, analisar, e sugerir a implementação das ações conjuntas de gestão empresarial, que visem a produção de sucos de frutas, para a competitividade e modernidade e, fundamentalmente, posicionar a organização em lugar de destaque no cenário nacional de bebidas não alcoólicas. Observando o mundo dos negócios, percebe-se a existência contínua das pequenas empresas em um sistema econômico competitivo, o que evidencia a operação eficiente da pequena empresa. Dessa forma, busca-se implementar planejamentos estratégicos, para que a empresa possa melhorar os seus produtos e serviços e então, ganhando mais mercado e expandindo sua linha de produtos.

Introdução

Um curso de Gestão de Micro e Pequenas Empresas leva a pessoa a uma visão ampla da administração de um empreendimento. Noções de contabilidade, matemática financeira, direito empresarial, economia e até mesmo ética e filosofia aumentam os horizontes do homem e abrem novas perspectivas ao enfrentar desafios.

Espera-se a partir da observação do gerenciamento de uma micro empresa, apontar seus pontos positivos e suas falhas. Propor alternativas e sugerir novos métodos passa a ser consequência deste processo.

Depois de 160 horas de estágio em uma pequena indústria de produtos alimentícios, é possível confrontar os resultados obtidos de uma gestão baseada em tentativas e erros com aqueles que seriam obtidos em uma administração estratégica.

Este relatório se divide em quatro partes distintas, cada uma destas partes referente a um semestre do curso, a saber:

• Administração geral da empresa – identificação e composição da empresa, arranjo físico, planejamento e organização, direção e controle.

• A Empresa e o meio externo: política de qualidade, avaliação dos desejos e necessidadeo do consumidor, compras – recebimento – estoques.

• Planejamento: estratégico (análise externa e interna), missão e objetivos, planejamento tático e operacional.

• Atuação e impacto social: marketing e publicidade, controle na empresa, responsabilidade social e ética.

1.1. A Empresa

1.1.1 Identificação da Empresa – Atividade e Natureza

Razão Social: Ribersucos Produtos Alimentícios Ltda. Nome fantasia: Stratus Fruit®. Endereço completo: Rua Rio Grande do Norte, 731 – Bairro Sumarezinho – CEP 14055-530 – Ribeirão Preto – SP. Site: www.stratusfruit.com.br. E-mail: stratusfruit@uol.com.br. Telefone (16) 3630.9898

Atividade: Industrial do ramo de produtos alimentícios. A Ribersucos produz sucos naturais (concentrado e pronto para beber) e lançou no início deste ano um bebida energética a base de taurina, cafeína e guaraná. Também executa projetos para montagem de fábricas de suco através de licenciamento, onde o licenciado recebe todo o maquinário e matéria-prima necessário à produção de suco, bem como embalagens, rótulos, material de divulgação (cartazes e panfletos) e todas as formulações de mais de dez sabores de sucos, além de autorização para uso da marca registrada Stratus Fruit®.

Nº de funcionários: 12 funcionários, sendo 05 no setor administrativo e 07 trabalhando na produção e expedição.

Principais fornecedores: equipamentos: Imazepre – indústria de máquinas; embalagens: Delicata, Pack Pack; polpas de frutas: Delta Citrus, Bora-bora, Frutesp.

Principais concorrentes: Del Vale; Schincariol; Kapo (Coca-cola); D’Alice; Fruto da Terra.

Principais clientes: supermercados, lanchonetes, restaurantes industriais, comércio (atacado e varejo) em geral.

1.1.2 Histórico da Empresa – Fases históricas

Criada em 1992 sob a razão social de Stratus Fruit Produtos Alimentícios Ltda, a empresa se estabeleceu à Rua Cajuru, 576, ocupando uma área de 2.000m², onde permaneceu até 1999. Nesse período chegou a ter mais de 80 funcionários em diversas atividades (produção e administração). Essa aparentemente foi a fase mais próspera da empresa, onde os investimentos em propaganda eram bem altos, chegando inclusive a vender máquinas através do programa do Ratinho na televisão.

No ano 2000, houve uma grande reestruturação da empresa, o que reduziu se quadro de funcionários para os atuais 12 empregados, agora liderados diretamente pelo diretor da empresa. Os investimentos em propaganda concentraram-se em outras mídias como anúncios em revistas especializadas em negócios e na Internet. Também foi alterada a razão social passando para Ribersucos Produtos Alimentícios Ltda. Permaneceu, porém o nome fantasia da empresa que é a principal marca de seus produtos: “Stratus Fruit ®”.

Por meio da Internet, em 2003 foi feito o primeiro contato com um investidor estrangeiro, em Aruba, interessado em produzir sucos naturais em seu país. Desse contato resultou no ano seguinte a concretização do negócio e uma indústria com capacidade de produção de 10.000 litros/dia que foi instalada em Aruba. Com esse negócio, a Ribersucos se preparou burocraticamente para atender o mercado externo.

Atualmente a empresa tenta expandir seus horizontes atuando no mercado de bebidas energéticas, em 2006 lançou o Stratus Power, uma bebida a base de taurina, cafeína e guaraná, com formulação superior à dos principais concorrentes. Nesse ano o produto vem recebendo atenção especial devido a forte aceitação que obteve durante as campanhas de divulgação.

1.1.3 Hierarquia – Níveis de Autoridade – Organograma

A estrutura departamental da empresa se solidifica em quatro departamento, a saber: Produção, Administração, Distribuição e Vendas. Todos esses são coordenados pela Diretoria, conforme observado no Organograma Departamental: (Figura 1 – Organograma Departamental)

O Organograma Funcional (Figura 2 – Organograma Funcional) deixa claro que todo o processo de tomada de decisões depende, em última análise, do aval do Diretor Presidente, bem como todos os funcionários estão diretamente sob suas ordens.

1.1.4 Cultura e Clima Organizacional

As relações interpessoais são tratadas em ambiente familiar, uma vez que a maior parte dos funcionários têm realmente laços de parentesco entre si.

Periodicamente todos os funcionários se reúnem em um ambiente mais descontraído (normalmente em algum restaurante ou fazem um churrasco em uma chácara) com o objetivo de expressar suas idéias e dar sugestões, que nesse ambiente fluem com maior naturalidade.

1.2. Organização

1.2.1 Identificação dos cargos em seus níveis

Diretoria: composta por duas pessoas, a saber, o diretor e sua secretária.

Produção: atualmente 03 funcionários trabalham na produção de sucos e estão diretamente sob as ordens da diretoria.

Administração 01 recepcionista, 01 secretária (telemarketing), 01 serviços gerais, todos sob ordens da diretoria.

Distribuição: 01 funcionário responsável pela distribuição e entrega dos produtos. Esse funcionário acumula també a função de serviços externos.

Vendas: um supervisor de vendas comanda as equipes com número flutuante de vendedores (atualmente com 03 vendedores). Esse supervisor também é responsável pelo telemarketing. O supervisor de vendas recebe ordens diretas da diretoria.

1.2.2 Descrição das comunicações

Para comunicação externa, a empresa utiliza fax, telefone e e-mail, quando trata com clientes e fornecedores.

Um dia da semana é destinado a receber representantes e vendedores.

Para receber dúvidas, críticas e sugestões, está disponível no site um formulário onde o cliente pode deixar sua mensagem bem como um telefone (0800) em todos os rótulos destinado ao Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC).

Também pela internet está sendo implantado um sistema de acompanhamento da produção on-line, onde o cliente devidamente cadastrado pode acompanhar o estágio de cada processo desde o pedido até a entrega.

1.2.3 Fluxo das informações

Cada funcionário conhece detalhadamente cada uma de suas obrigações, cabe à diretoria apenas coordenar o processo produtivo em função dos pedidos apresentados pela equipe de vendas.

As formulações de sucos são repassadas à produção por meio de comunicação interna (CI) em impresso próprio e contendo todas as informações necessárias ao preparo de cada lote de produtos, vindas diretamente da diretoria.

Todos os eventuais problemas no processo produtivo são levados diretamente à diretoria que toma de imediato as devidas providências para dar continuidade à produção.

Ao apresentar seus relatórios de produtividade, todos os departamentos se comprometem com a eficiência uns dos outros, desta forma dirimindo as deficiências que possam atrapalhar o andamento do processo como um todo.

1.3. Arranjo Físico

1.3.1 Arranjo Físico Atual – Produção – Administração

Atualmente a empresa concentra seus negócios em um ambiente extremamente enxuto ocupando o máximo do potencial produtivo em uma pequena instalação física (Figura 3 – Lay-out da empresa).

Ainda assim soube aproveitar os espaços de um prédio adaptado à produção e distribuição de sucos bem como suficientemente capaz de atender a administração geral da empresa.

1.3.2 Iluminação e ventilação

As salas da diretoria, administrativo e finaceiro possuem amplas janelas que garantem boa iluminação natural durante a maior parte do dia, apenas a sala da diretoria possui sistema de ar condicionado, nas outras há ventiladores de teto.

A produção não possui ventilação ou iluminação natural, sendo climatizada forçadamente por meio de condicionadores de ar e iluminada por lâmpadas fluorescentes.

Na expedição e almoxarifado existem exaustores heólicos e a iluminação também é artificial por meio de lâmpadas a vapor de mercúrio.

Cozinha e banheiros possuem vitrôs e lâmpadas incandescentes.

1.3.3 Fluxo dos Principais Produtos da Empresa

Por se tratar de produtos perecíveis, os estoques de matéria-prima são pequenos, toda matéria prima que chega é armazenada na câmara frigorífica.

As embalagens e rótulos ocupam grande espaço no almoxarifado, avançando às vezes no espaço da expedição.

É no laboratório de produção, ambiente estéril, que é feito o processamento da base e polpa de frutas em tanques de aço inox.

É também no setor do laboratório que é feito o envase das garrafas que seguem daí para a expedição, onde são rotuladas, encaixotadas, etiquetadas.

Os pedidos são separados em função da distância a ser entregue, sendo que as entregas locais são feitas com frota própria enquanto que outras regiões são atendidas por tranportadoras e/ou Sedex.

1.3.4 Recepção – Elaboração – Expedição

A primeira pessoa com quem os clientes têm contato dentro da empresa é a recepcionista. Os principais clientes são levados dirretamente ao diretor, os demais são atendidos pela secretária que também se relaciona com fornecedores e vendedores.

As embalagens e matéria prima utilizadas na produção são recebidas e conferidas diretamente no almoxarifado.

A expedição se ocupa de embalar e enviar à transportadora todos os pedidos para localidades mais distantes, os clientes de Ribeirão Preto e região são atendidos com veículo próprio da empresa.

As notas fiscais dos produtos comercializados são expedidas pela secretária que também é responsável pela contratação da transportadora que faz as estregas das encomendas.

2.1. Política de Qualidade

2.1.1 Responsabilidade da empresa

O principal objetivo da empresa é atender aos clientes com produtos de procedência, produzindo assim sucos naturais a partir da polpa e de base de frutas processadas por fornecedores idôneos, levando à mesa dos consumidores um produto saudável e nutritivo.

2.1.2 Responsabilidade dos empregados

Mesmo com o âmbito familiar em que a empresa se enquadra, cada funcionário tem suas obrigações baseadas no ritmo de produção, evitando-se gastos desnecessários como a compra de embalagens e matéria prima ou despedícios na hora da produção como erros de formulação, etc.

2.1.3 Política de qualidade na empresa

De acordo com Vicente Falconi Campos (1999): “A qualidade quem estabelece é o cliente e não os engenheiros, nem o pessoal do marketing ou a alta administração. A qualidade de um produto ou serviço pode ser definida como o conjunto total das caracterísitca de marketing, engenharia, fabricação e manutenção do produto ou serviço que satisfazem às expectativas do cliente.” (p.188)

O consumo de sucos naturais deve fazer parte do dia-a-dia das famílias brasileiras. Mas não basta apenas colocar uma jarra de qualquer suco na mesa do cidadão e esperar que ele se contente com aquilo, é preciso ter um produto saboroso e mais: enriquecido com vitaminas e que possa ser armazenado pelo maior tempo possível sem perder suas características.

No âmbito de ampliar o número de clientes satisfeitos, é lançado a cada ano um novo sabor de suco, levando-se em conta as preferências regionais e pesquisas de mercado que revelam essas exigências específicas. Analisando resultados anteriores, como volume de vendas por estado, fornecedores em função da estação, etc, é possível afirmar com exatidão quais sabores são adequados para cada região que será atendida, seja diretamente pela Ribersucos ou pelos seus produtores licenciados.

2.1.4 Fornecedores e qualidade (controle)

Dentre os principais fornecedores, destacamos três categorias: matéria-prima, embalagens e máquinas.

Os fornecedores de matéria-prima – frutas, polpa e base – são os mesmos dos principais concorrentes. Mesmo tendo seus próprios meios de controle de qualidade, a Ribersucos realiza periodicamente testes de qualidade na empresa (muitas vezes no pomar) dos fornecedores, o que garante excelente padrão de qualidade das frutas, polpas e bases que são adquiridas.

As embalagens e rótulos são adquiridas geralmente em grandes quantidades por questões de custos. O custo unitário de uma garrafa é mais baixo quando se encomenda um milhão do que quando se encomenda mil unidades.

Quanto as máquinas, há um ótimo relacionamento com a empresa responsável pela industrialização dos projetos criados pela Ribersucos. O acompanhamento é feito em todas as etapas da construção dos equipamentos, desde a aquisição de materiais e instrumentos até o acabamento, nesse caso conhecido como aço inox com acabamento sanitário.

2.2. Avaliação dos desejos e necessidades do consumidor

2.2.1 Pesquisa de mercado

Pode-se dizer que praticamente não existem pesqisas de mercado, o que mais se aproxima disso é a observação do posicionamento dos principais concorrentes e da aceitação de determinados sabores nas mais variadas regiões do país.

2.2.2 Métodos para avaliação dos desejos do mercado consumidor (resultados)

Dessa observação chega-se ao consenso de quais sabores devem ser negociados e produzidos em maior ou menor escala e quantos lançamentos serão programados para a nova estação do ano. Frutas cítricas são mais apreciadas na região norte e nordeste enquanto no sul e sudeste, consome-se mais sucos de frutas vermelhas e tropicais.

2.2.3 Métodos e padrões de atendimento pessoal

A maior parte dos pequenos negócios é fechada por telefone, fax ou e-mail, os grandes pedidos são tratados diretamente com o diretor da empresa que é quem dá a última palavra em questões como preço e prazo de pagamentos.

Para montagem de fábricas, é destacada uma equipe muntifuncional para orientar o cliente na montagem e instalação dos equipamentos, bem como lhe é entregue todo o tipo de catálogo e manual de usuário do maquinário instalado.

2.2.4 Métodos de controle de processo

Quando as fórmulas são repassadas ao laboratório de produção, todos os agentes já se mobilizaram para iniciar o processo que irá resultar em centenas de litros de suco. Almoxarifado, produção e o próprio diretor trabalham em sincronia para que tudo corra bem, desde a mistura correta dos ingredientes até a embalagem e expedição.

2.3. Compras – Recebimento – Estoques

2.3.1 Métodos e padrões de compras

Os estoques de matéria-prima costumam ser os mais baixos possíveis, só se compra aquilo que será utilizado naquele determinado processo, a entrega da maioria dos fornecedores chega a ser em alguns casos quase que imediata. Isso diminui os custos de armazenamento de materiais perecíveis, bem como garante matéria-prima sempre fresca.

No caso das embalagens, estas podem ter seus estoques aumentados duas ou três vezes por ano, quando são feitas aquisições de milhões de garrafas e produzidos novos rótulos.

2.3.2 Controle de estoque – depósitos e almoxarifados

Há uma câmara fria onde são guardados os excedentes da produção (base e polpa), ao lado e logo acima desta ficam armazenadas as embalagens e rótulos (garrafas, galões, bolsas).

2.3.3 Movimentação de materiais

Assim que é lançada uma nova ordem de serviço para a produção, cada um já providencia todas as ferramentas e acessórios que utilizarão nas máquinas. Na ordem de serviço também consta a formulação de cada sabor, o que facilita a requisição junto ao almoxarifado da matéria-prima que será utilizada.

2.3.4 Logística e distribuição

Por meio de parcerias e licenciamentos, produtores de várias regiões que instalam fábricas em sua própria região, adquirem da Ribersucos além do maquinário, bases, polpas e instruções de preparo (formulações). Ainda assim alguns clientes preferem receber o suco pronto e embalado do que processarem-no em sua cidade, para tal são utilizados serviços de coleta por transportadoras ou mesmo pelo Sedex.

2.3.5 A velocidade no atendimento ao cliente

O bom atendimento ao cliente é quando ele recebe o que encomendou no prazo em que fora combinado e por fim que fique satisfeito em pagar o quanto pagou.

Por se tratar de produtos com prazo de validade determinado e até mesmo pela logística do processo produtivo, os estoques são extremamente limitados. A cada novo pedido, uma nova tarefa é executada, sendo que os prazos combinados com o cliente estão sempre abaixo do limite máximo da capacidade produtiva alocada em cada setor.

Outro fator que também é levado em conta para o atendimento eficaz ao cliente está relacionado à entrega, que muitas vezes depende de terceiros (transportadoras, fedex, sedex). Fatores externos como este sempre são relevados no fechamento do contrato, o que garante a ambas as partes que os prazos estarão conforme estipulados.

A Ribersucos trabalha pela satisfação pessoal de cada cliente, garantindo assim entrega rápida e segura de seus produtos nos quatro cantos do país.

3.1. Planejamento Estratégico – Análise Externa

O ambiente externo está totalmente fora de controle da organização. Mas, apesar de não poder controlá-lo, a empresa deve conhecê-lo e monitorá-lo com frequência, de forma a aproveitar as oportunidades e evitar as ameaças.

O Plano estratégico é um processo gerencial que permite que se estabeleça um direcionamento a ser seguido pela empresa e seu ambiente. Ele diz respeito à formulação de objetivos para a seleção de programas de ação e para sua execução, levando em conta as condições internas e externas à empresa e sua evolução espserada. Também considera premissas básicas que a empresa deve respeitar para que todo o processo tenha coerência e sustentação.

Além do compromisso de conquistar e reter clientes satisfeitos, as organizações bem sucedidas devem estar sempre prontas a se adaptar a mercados em contínua mudança. O planejamento estratégico orientado ao mercado cumpre exatamente esta função, pois busca manter uma flexibilidade viável de seus objetivos, habilidades e recursos enquanto mantem um compromisso com o lucro, o crescimento e sua missão organizacional.

3.1.1. Diagnóstico estratégico

Segundo EsmonWright (2000) “Subjacente à missão da empresa, existe uma análise de seus pontos fortes e fracos internos e das oportunidades e ameaças impostas pelo ambiente externo. (…) O objetivo da análise é possibilitar que a empresa se posicione para tirar vantagem de determinadas oportunidades do ambiente e evitar ou minimizar as ameaças ambientais. Com isso, a empresa tenta enfatizar seus pontos fortes e moderar o impacto de seus pontos fracos. A análise também é útil para revelar pontos fortes que ainda não foram plenamente utilizados e identificar pontos fracos que podem ser corrigidos. A contraposição das informações sobre o ambiente com o conhecimento das capacidades da empresa permite à administração formular estratégias realistas para que seus objetivos sejam atingidos”(p.86)

estratégia são os “planos de alta administração para alcançar resultados consistentes com a missão e os objetivos gerais da organização.”

Não basta apenas satisfazer os consumidores, se isso não for feito de uma maneira lucrativa. Uma estratégia de marketing, por exemplo, deve identificar, atrair e manter clientes rentáveis, ou seja, aqueles que geram fluxo de receita e que excede o fluxo de custo de se atrair, vender e serví-los. Todavia, as empresas perdem dinheiro com alguns de seus clientes. Em “Customers for life”, Carl Sewell atesta a conhecida regra 80/20 do Princípio de Pareto, mostra que 20% dos principais clientes pode gerar até 80% do lucro da empresa, metade do qual é perdido para atender a base formada por 80% de clientes não-rentáveis. A implantação é que uma organização pode ser mais rentável se souber como dispensar seus piores clientes.

3.1.2. Identificação da Visão

Segundo Oliveira (1999): “Visão é a imagem que a organização tem a respeito de si mesma e do seu futuro e o ato de ser a si próprio no espaço e no futuro. Toda organização deve ter visão adequada de si mesma dos resultados de que dispõe do tipo de relacionamento que deseja manter com seus clientes e mercado do que quer fazer para satisfazer continuamente as necessidades e preferências dos clientes, de como irá atingir os objetivos organizacionais, das oportunidades e desafios que deve enfrentar de seus princípios agentes, das forças que a impelem e das condições em que opera” (p.107).

Entretanto, existe a necessidade de coerência entre o que a empresa se propõe a fazer e o que efetivamente faz, a visão deve ser resultante do consenso e do bom senso de um grupo de lideres e não da vontade de uma pessoa.

A Ribersucos preocupa-se em estar sempre atualizada, qualificando seus funcionários a dar suporte, e estarem preparados no sentido de prestar um bom trabalho, com qualidade, priorizando que estejam satisfeitos e se sintam motivados como membros de uma gestão participativa assim gerando esforços em todas as etapas de produção, onde o consumidor venha a ser o maior beneficiado.

3.1.3. Análise do ambiente externo – o macro ambiente

“A análise externa tem como finalidade estudar a relação existente entre a empresa e seu ambiente em termos de oportunidades e ameaças, bem como a sua atual posição produto-mercado e, prospectiva quanto à sua posição produto-mercado desejada no futuro” (OLIVEIRA, 1999: 98).

O ambiente pode oferecer para empresa oportunidades essas devem procurar aproveitá-las e as ameaças procuram amortecer ou absorver, ou simplesmente adaptar-se a elas.

Análise ambiental é o estudo das diversas forças do ambiente, as relações entre elas no tempo e seus efeitos ou potenciais efeitos sobre a organização. A mesma é baseada nas percepções a respeito das áreas em que as decisões estratégicas da empresa deverão ser tomadas. O Marketing, por exemplo, é afetado por uma gama de variáveis macroambientais que representam fatores no contexto da empresa e que muitas vezes fogem de seu controle, mas mudam as intensidades, os costumes eos acontecimentos no processo de comercialização. Antever as mudanças, conhecer a situação atual aumenta as chances de um bom planejamento de marketing.

A administração estratégica bem sucedida depende de uma avaliação ambiental apurada e completa. A análise inicia com um exame do setor de atuação. Em seguida, os públicos empresariais interessados são examinados. Os públicos interessados são grupos e pessoas que afetam e são afetados pela realização da missão, dos objetivos e das estratégias da organização. Incluem compradores, fornecedores, concorrentes, órgãos governamentais e de regulamentação, sindicatos e grupos de empregados, a comunidade, donos e acionistas, e associações de comércio. A análise ambiental prevê um mapa desses públicos interessados e o modo como eles influenciam a organização. A mesma deve também examinar outras forças do ambiente, como as condições macroeconômicas e os fatores tecnológicos. Uma tarefa crítica em análise ambiental é prever tendências futuras.

A Ribersucos procura aumentar sua atuação no mercado diversificando seus produtos em três grandes setores: sucos, bebida energética e maquinário.

Com os sucos, além da diversidade de sabores, há também duas linhas de produtos: Institucional e Gold, a primeira destinada a escolas, creches, hospitais, restaurantes industriais, etc e a segunda destinada ao comécio no atacado e varejo.

A bebida energética está presente em eventos e festas de médio e grande porte bem como no varejo em farmácias, lojas de conveniências e supermercados, entre outros, lembrando-se também do lançamenteo de um produto exclusivo: uma bebida energética direcionada ao público feminino.

No segmento de maquinários para a produção e envase de sucos, chás e xaropes, entra o conceito de licenciamento, onde o cliente torna-se um produtor licenciado com direitos de uso da marca, produzindo com exclusividade os sucos Stratus Fruit® em sua região, utilizando para isso todo material (rótulos, embalagens, polpas e formulações) disponibilizado pela Ribersucos.

3.1.4. Análise das oportunidades e ameaças

Oliveira (1999) define assim as oportunidades: “As oportunidades podem ser classificadas de acordo com sua atratividade e com sua probabilidade de sucesso. O sucesso de uma organização depende não só de as características de seus negócios atenderem aos requisitos-chave de êxito na operação em mercados-alvo, mas também de superarem os pontos fortes dos concorrentes. A simples competência não constitui uma vantagem competitiva. A empresa de melhor desempenho será aquela que gerar o maior valor para o cliente e que sustentar esse valor ao longo do tempo” (p. 98).

Oportunidades o próprio mercado oferece, cabe a empresa e seus colaboradores serem capazes de enxergá-las e usufruir as vantagens que são apresentadas. Não basta saber fazer e analisar as informações vindas do ambiente externo e sim colocá-las em prática.

O principal fator no qual a Ribersucos se diferencia dos seus concorrentes é o atendimento ao cliente, está sempre atenta às necessidades dos clientes. Utiliza sua capacidade de posicionamento para obter maior competitividade dos seus produtos. As opiniões dos consumidores são registradas e resolvidas pelo próprio serviço de atendimento ao consumidor. Garantindo a importância do consumidor para a empresa.

Ameaças – “As ameaças são forças ambientais incontroláveis pela empresa que criam obstáculo a sua ação estratégica que poderão ou não ser evitadas desde que reconhecidas em tempo hábil.” (OLIVEIRA, 1999:128).

Dentro das análises que a empresa faz pode haver certos indícios que ela pode sofrer ameaças ou até mesmo já há sintomas que identifiquem riscos que a obrigue a tomar direções para mudar e fazê-la resistir e ser capaz de lidar com as resistências que o meio lhe oferece.

Neste sentido, na era da competitividade total, a maior ameaça para a empresa são os próprios concorrentes. Analisando mais profundamente, destaca-se diferentes tipos de concorrentes e seus planos de mercado para produtos também diferentes.

Oportunidades e ameaças são antecipações do futuro e estão relacionadas a fatores externos. O estudo do ambiente externo à organização em busca de ameaças e oportunidades. Trata-se da análise daquilo que está sempre fora do controle das empresas, mas que é importante de se conhecer e monitorar. Entre as forças a serem consideradas estão os fatores demográficos, econômicos, históricos, políticos, sociais, tecnológicos, sindicais, legais, etc…

As fontes para esta análise serão tiradas da grande imprensa, dos orgãos governamentais, dos indicadores financeiros, das organizações correlatadas e das revistas e associações especializadas no seu campo de atuação.

As ameaças e oportunidades sempre afetam de forma homogênea todas as organizações que concorrem num mesmo mercado-alvo. Contudo as organizações que perceberem as mudanças e tiverem agilidade para se adaptarem, serão aquelas que melhor proveito tirarão das oportunidades e menor dano das ameaças.

Esta análise leva em conta não somente as tendências tornarem-se eventos reais. Desnecessário dizer que deve-se dar maior atenção às tendências com maior probabilidade de acontecer, para assim evitar as ameaças reais e explorar as oportunidades da melhor maneira possível.

3.2. Planejamento Estratégico – Análise Interna

A análise no ambiente interno consiste em averiguar todos os departamentos e setores da empresa, desde a base até o topo da organização.

Uma forma de que a empresa utiliza para sempre estar em contato com seus funcionários e determinar o que pode e o que deve ser melhorado é fazer reuniões periódicas entre departamentos, ou seja, uma interação para avaliar possíveis divergências e até encontrar erros. Aplica-se também, uma série de incentivos e investimento aos seus colaboradores tais como cursos, treinamentos e palestras para enfocar melhorias positivas a toda organização e resolver estas divergências e erros.

Como foi exposto no caso das oportunidades na análise do ambiente externo, constata-se que muitas vezes foram e serão encontradas possibilidades, dentro da própria organização, de perceber e suceder atraentes possibilidades para a empresa, tanto na parte gerencial como na administrativa até a área de vendas.

Buscando analisar a filosofia e a ética da empresa, destaca-se que a mesma prioriza que seus funcionários e colaboradores tenham total e excelente conhecimento de suas tarefas, obrigações e deveres dentro da organização, para que seu trabalho e posteriormente o cliente possam ser reconhecidos e capacitados.

Uma ferramenta utilizada para fazer análise do cenário é a Análise de SWOT (ou análise de ambiente), sendo usado como base para a gestão e planejamento estratégico de uma corporação ou empresa, mas podendo, devido a sua simplicidade, ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão multinacional.

A técnica citada por Willian H Newman (1972) é creditada a Albert Humprey, que liderou um projeto de pesquisa na Universidade de Stanford nas décadas de 1960 e 1970, usando dados da revista Fortune das 500 maiores corporações.

A sigla SWOT, vem das iniciais das palavras inglesas Strenghts (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças), pois este são justamente os pontos a serem analizados.

3.2.1. Análise do ambiente interno – departamentos

Antonio César Amauri Maximiano (2000) verifica: “Uma das bases para a formulação da estratégia é a análise das ameaças e oportunidades do ambiente. Quanto mais instável e complexo o ambiente, maior a necessidade do enfoque sistêmico e do planejamento estratégico. O conceito de ambiente e os fatores a serem considerados numa análise ambiental variam de organização para organização.” (p.399).

O ambiente interno da Ribersucos se concentra no bom relacionamento que os funcionários, gerentes e direção possuem tanto no setor administrativo como setor comercial.

Todavia o controle do ambiente interno é dado pelo diretor da empresa, uma vez que o resultado das estratégias de atuação definidas pelos próprios membros da organização é de sua total responsabilidade.

Desta forma, durante a análise, quando é percebido um ponto forte, ele é ressaltado ao máximo; e quando se percebe um ponto fraco, a organização age para controlá-lo, pelo menos, minimizar seu efeito.

3.2.2. Análise dos pontos fortes e pontos fracos

Para Antonio César Amauri Maximiano (2000): “A identificação de pontos fortes e fracos dentro da organização é parte importante de qualquer processo de formulação de estratégia. As principais formas de identificar os pontos fortes e fracos são: estudo do desempenho – o estudo do desempenho da organização concentra-se nos resultados obtidos até o presente. Compreender o desempenho da organização, duas áreas principais são focalizadas no estudo do desempenho, finanças e vendas.” (p.410).

Os pontos fortes que a empresa possui estão relacionados com uma grande disponibilidade de sabores de seus sucos, e pela flexibilidade em modificar as embalagens de acordo com a necessidade do cliente. O ponto fraco está na concorrência que consegue vender um produto similar de qualidade inferior e com um custo baixo e conquistar o cliente.

3.3. Missão e Objetivos

O propósito da Ribersucos é atender de maneira honrosa as necessidades da comunidade, oferecendo produtos e serviços de qualidade superior a um preço justo e fazê-lo de modo a obter um lucro adequado para possibilitar crescimento da empresa como um todo e com isso fornecer a oportunidade para que nossos funcionários alcancem objetivos pessoais razoáveis.

3.3.1. Missão da empresa – estabelecimento da missão

“A missão estabelece o propósito ou as razões para existência da organização, do ponto de vista de sua utilidade para os clientes. Identificar ou definir a missão significa entender qual a necessidade do mercado a organização satisfaz.” (MAXIMIANO, 2000:412).

Um ponto que está incluso em uma missão organizacional é a da mudança que uma empresa provoca em suas bases e até em seus concorrentes, pois busca interagir seus objetivos as metas que devem ser aplicadas para poder continuar neste mercado competitivo dos dias atuais.

As melhores missões são aquelas guiadas por uma visão utópica de realização, uma espécie de sonho impossível que fornece um direcionamento a longo prazo, nesse sentido a visão da Ribersucos é com o aprimoramento constante das técnicas de produção de sucos, bem como no desenvolvimento de máquinas, alcançar todo o mercado nacional com a maior diversidade possível de produtos e em um segundo momento levar esse padrão de qualidade ao mercado internacional.

3.3.2. Propósitos atuais

Atualmente a Ribersucos conta com sua linha de produção limitada ao mercado regional, com seus produtos levados para outras regiões por meio de licenciamento (espécie de franquia). Há planos de expandir os limites físicos da empresa e com isso triplicar a produção diária.

3.3.3. Propósitos potenciais

A manutenção tem, em todos as linhas de atuação, por objetivo tentar evitar as falhas ou erros ao cuidar dos processos a qual são designadas. Aqui iremos tratar da manutenção da qualidade que busca o benefício de agregar, de forma sistemática, valores preventivos aos produtos e/ou serviços de uma organização.

“O padrão é o instrumento que indica a meta (fim) e os procedimentos (meios) para a execução dos trabalhos, de tal maneira que cada um tenha condições de assumir a responsabilidade pelos resultados de seu trabalho.” (CAMPOS, 1999).

O padrão tem por objetivo principal, como o próprio subtítulo diz, garantir o cumprimento dos requisitos adotados pela empresa para seus produtos e/ou serviços.

Isto quer dizer que os processos para o planejamento, controle e resultados do produto e/ou serviço foi minuciosamente detalhado objetivando a qualidade sem a necessidade de retornos, em algum de seus processos, para a melhora ou correção de alguma falha ou erro.

Cabe a todos, inclusive também a área operacional, verificar como os procedimentos e os resultados de todo o sistema que envolve a empresa está se desenvolvendo na busca da excelência do atendimento (vendas, pós-vendas, atendimento geral, etc) e na satisfação plena do cliente na aquisição dos produtos por ela prestados.

3.3.4. Estruturação de cenários

O controle dos processos que levam a qualidade é a ferramenta utilizada por várias empresas para que as oportunidades sejam aproveitadas em benefício de todos os colaboradores da organização.

Isso fica mais evidente ao transformarmos a qualidade como rotina e não como um simples processo, ou melhor, um meio para conseguir atingir suas metas.

Na empresa, o controle é medido individualmente, tanto por produto como por funcionário. Assim fica mais fácil uma análise, sua identificação e uma correção efetiva de uma eventual falha no controle e na melhoria da qualidade propriamente dita.

A Ribersucos se apresenta no mercado nacional como uma empresa altamente especializada na produção de sucos naturais. Seus produtos têm ganho reconhecimento internacional e desde sua primeira experiência com o mercado externo, tem se colocado na luta por conquistar mercados estrangeiros, uma vez que toda a burocracia já foi vencida anteriormente.

3.3.5. Determinação de objetivos gerais

Produzir sucos de frutas naturais a partir de polpa de frutas selecionadas. A qualidade do produto final deve sempre ser superior a dos concorrentes. Nesse aspecto todo o processo de produção deve ser controlado com rigidez para a obtenção da máxima eficácia.

Todos os recursos estão sendo aprimorados para alcançar mais rápido esses objetivos, sendo que o principal investimento tem sido nos recursos humanos, como constante treinamento e capacitação profissional dos funcionários.

3.4. Planejamento Tático

3.4.1. Definição dos objetivos específicos da empresa

“A definição dos objetivos específicos da empresa vem a seguir da seleção de estratégias, fazendo parte do todo do planejamento estratégico. São objetivos que se pretendem alcançar com a elaboração de um novo plano de ação. Os objetivos específicos da empresa estão sempre voltados para o que se pretende alcançar dentro da elaboração de um plano qualquer.” (MAXIMIANO, 2000:196)

O planejamento tático da empresa é trabalhar com nossos funcionários, que são os principais responsáveis pelo funcionamento da empresa, a qualificação é de primordial importância dentro da indústria, e corrigir pequenos detalhes, conhecendo melhor o cliente, sabendo de suas necessidades e o que espera da organização, por isso é necessário o envolvimento de todos os integrantes.

3.4.2. Objetivos departamentais (R.H., Finanças, Produção, Marketing)

A sessão de R.H. tem como função avaliar o perfil de cada funcionário e se o mesmo se enquadra nas exigências estabelecidas pela empresa, avaliar a segurança do ambiente de trabalho. Responde pela definição e implementação das políticas referentes a recursos humanos: seleção, treinamento, desenvolvimento, avaliação de desempenho e planejamento.

O Financeiro da empresa avalia o impacto potencial das diversas alternativas estratégicas e as condições financeiras da empresa, garantindo assim o financiamento para diversos investimentos.

O setor de Marketing tem como estratégia fundamental conhecer a empresa e divulgar seus produtos, pois é através dele que conseguimos alcançar os objetivos esperados.

O setor de Produção busca uma integração em todas as etapas de produção e armazenamento.

3.4.3. Planos táticos

“Conjunto de procedimento para se traduzir objetivos estratégicos abrangentes em objetivos e planos específicos que são relevantes para uma parte distinta da organização.” (BATEMAN, 1988:535).

São as linhas de ação que colocam em prática os objetivos estratégicos já elaborados pelo planejamento estratégico com o que tem envolvimento de todos os departamentos no cumprimento das metas estabelecidas pelo matricial de receitas e despesas levam a colaboração de todos os envolvidos, por se tratar de um plano dirigido a quem realmente efetua os operacionais.

Em todos os setores da Ribersucos existem planos táticos, a área comercial possui metas que são alcançadas através dos vendedores e representantes.

A mesa de negócios tem como meta, apresentar agilidade, competência e bom atendimento para com os clientes, sendo que para cada etapa do processo, desde o primeiro contato até a entrega do pedido, o cliente receba tratamento adequado, de acordo com as necessidades que cada um possa oferecer.

A área administrativa que abrange na Ribersucos, faturamento, depósito e cobrança possui metas que devem ser seguidas com agilidade, preocupando-se com qualidade com que exerce suas tearefas bem como com o tempo de atividade para cada tipo de função.

3.5. Planejamento Operacional

3.5.1. Objetivos de curto prazo – Metas operacionais

Todos os processos administrativos e operacionais exigem resultados rápidos. É preciso atingir o maior numero de clientes novos a cada mês, o planejamento operacional tem como objetivo acompanhar todas etapas do processo desde a venda, passando pela produção até a entrega para que todos possam atingir os objetivos.

3.5.2. Ferramentas de planejamento operacional

Segundo Idalberto Chiavenato (2000) “O planejamento operacional é constituído de uma infinidade de planos operacionais que proliferam nas diversas áreas e funções dentro da empresa: produção ou operação, finanças, mercadologia, recursos humanos, etc. No fundo, os planos operacionais procuram implantar a administração pela rotina, para assegurar que todos executem as tarefas e operações de acordo com os procedimentos pretendidos pela empresa, afim de que este alcance os seus objetivos. Os planos operacionais estão voltados para a eficiência (ênfase nos meios), pois a eficácia (ênfase nos fins) é problema dos níveis institucional e intermediário da empresa.” (p.359).

A Ribersucos executa todas essas ferramentas estratégicas e indispensáveis no processo de direção, coordenação e articulação das operações realizadas.

3.5.3. Gráfico de Gantt, pesquisa operacional, etc

“O gráfico de Gantt é um cronograma muito aplicado atualmente na metodologia da administração como instrumento de planejamento e controle. É uma tabela de dupla entrada que retrata e mede a atividade e o tempo necessário para seu desempenho, permitindo a comparação entre o desempenho real e o desempenho planejado.” (CHIAVENATTO, 2000:69).

O diagrama de Gantt é um gráfico usado para ilustrar o avanço das diferentes etapas de um projeto. Os intervalos de tempo representando o início e fim de cada fase aparecem como barras coloridas sobre o eixo horizontal do gráfico. Este gráfico apresenta o desempenho da empresa no atendimento de um pedido, onde se observa a competência de todos os departamentos envolvidos no processo produtivo (Figura 4 – Gráfico de Gantt).

3.5.4. Fluxogramas, normas operacionais

De acordo com Idalberto Chiavenato (2000): “Fluxogramas são gráficos descritivos e dinâmicos que descrevem analiticamente as tarefas ou operações executadas, seja por órgãos ou ocupantes de cargos. Indicam a seqüência do processo envolvido, as unidades envolvidas e os responsáveis pela sua execução, permitindo a visualização de eventuais atividades desnecessárias que poderão ser abreviadas, canceladas ou distribuídas em outras atividades relevantes.” (p.263).

O Departamento de Vendas entrega todos os pedidos à Diretoria que decide o momento da produção em função dos prazos de entrega. O próprio diretor se encarrega de repassar cada fórmula ao setor de produção. Os funcionários deste setor, ao receberem a ordem de serviço, solicitam ao almoxarifado toda a matéria-prima necessária para atender ao pedido, bem como as embalagens. Terminado o processo de produção de cada sabor, os sucos são embalados e enviados à expedição que separa as entregas locais, que são feitas com frota própria, daquelas que serão enviadas via transportadora. (Figura 5 – Fluxograma).

“Normas são regras ou regulamentos que cercam e que asseguram os procedimentos. São comandos diretos e objetivos de cursos de ação a seguir. As normas se impõem quando uma determinada situação reclama por uma ação específica única. São guias específicos de ação, quando um curso de ação ou conduta deve ser seguido fielmente”. (CHIAVENATO, 2000:232).

Alguns cuidados são importantíssimos no processamento de alimentos, como a higiene, por exemplo. A empresa cuida atentamente de seguir todas as normas da Vigilância Sanitária, bem como no treinamento de seus funcionários. O ambiente de produção é limpo a cada processo e esterilizado antes do início de um novo ciclo de utilização.

4.1. Marketing e Publicidade

4.1.1 Planejamento Mercadológico

Conforme Marcos Cobra (1997) “O planejamento mercadológico é um desenvolvimento sistemático de ações programadas para atingir os objetivos da empresa, através do processo de análise, avaliação e seleção das melhores oportunidades. O planejamento não deve ser confundido com a previsão, embora a previsão seja uma parte necessária e importante dos procedimentos a serem desenvolvidos, uma vez que o planejamento tem relação com o futuro.” (p.73).

A empresa faz seu planejamento mercadológico analisando os fornecedores, concorrentes, clientes e a própria organização.

Dessa forma traça o cenário futuro e seleciona a melhor estratégia para se destacar no mercado de sucos naturais assim também atuando no setor de bebidas energéticas.

4.1.2 Avaliação de desejos e necessidades do consumidor

“A pesquisa de mercado é um procedimento utilizado em empresas para investigar as preferências dos consumidores em relação a produtos, marcas, publicidade e serviços.

Os métodos de avaliação dos desejos do mercado consumidor são realizados por meio de pesquisas de empresas e pelos próprios funcionários” (KOTLER, 2000:36).

A pesquisa de mercado indica as preferências dos consumidores, a mesma é utilizada para tornar a publicidade mais efetiva e evitar a comercialização de produtos que não seriam aceitos.

As técnicas de pesquisas de mercado também são usadas na política (na forma de pesquisa de opinião), não só para verificar as tendências do eleitorado, como também qual a plataforma e imagem do candidato que seria mais aceita.

A administração da Ribersucos é responsável pelas pesquisas de mercado, procurando tomar conhecimento, como a empresa está em relação aos seus concorrentes, e, buscando alternativas, para que fique sempre em um ponto favorável na disputa pela sua permanência no mercado.

Dados destas pesquisas realizadas na empresa não foram transmitidos.

4.1.3 Agências de propaganda

Conforme Philip Kotler (2000): “A propaganda é qualquer forma paga de apresentação não pessoal e promocional de idéias, bens ou serviços por um patrocinador identificado. Os anúncios são uma maneira lucrativa de disseminar mensagens, seja para desenvolver uma preferência de marca, seja para instruir as pessoas. Muitas empresas contratam uma agência externa para ajudar a criar campanhas de publicidade, selecionar os meios adequados e pagar pela veiculação. Atualmente, as agências de propaganda estão se redefinindo como empresas de comunicação que ajudam os clientes a melhorar a eficácia geral da comunicação oferecendo aconselhamento estratégico e prático sobre diversas formas de comunicação” (p. 566).

A Ribersucos expõe seus produtos em feiras e negócios, patrocina eventos de grande público (festas, baladas, eventos). Também injeta anualmente parte dos lucros em mídia televisiva regional e em alguns anos até mesmo em divulgação nacional. A Internet tem sido nos últimos tempos forte aliada da empresa no que diz respeito a propaganda, tendo consegido captar clientes até mesmo no exterior, seu site está agora disponível em três idiomas (português, espanhol e inglês).

4.2. Controle na empresa

4.2.1 Controle Organizacional

“Controle é a função administrativa que vem após o planejamento, a organização e a direção e que serve para assegurar que os resultados do que foi planejado, organizado e dirigido se ajustem tanto quanto possível aos objetivos estabelecidos” (CHIAVENATO, 2000:489).

Enquanto que para Thomas Bateman: “As atividades específicas de controle são estabelecer padrões de desempenho que indiquem o progresso rumo aos objetivos de longo prazo; monitorar o desempenho de pessoas e unidades pela coleta de dados de desempenho: fornecer às pessoas e departamentos feedback ou informação sobre seu progresso; identificar problemas pela comparação entre dados de desempenho e os padrões; e executar ação para corrigir problemas.” (p.29).

Controle organizacional é o controle dos objetivos almejados pela organização. A empresa possui uma administração democrática que valoriza a comunicação entre os responsáveis pelos setores para trocarem opiniões, sugestões, criticas e experiências. E ocorre uma medida de desempenho atual, que é realizada por meio de observações diárias, relatórios e pelas realizações das atividades diárias e pelas vendas dos produtos.

4.2.2 Controle Departamental

“Controle é a função administrativa que vem após o planejamento, a organização e a direção e que serve para assegurar que os resultados do que foi planejado, organizado e dirigido se ajustem tanto quanto possível aos objetivos estabelecidos.” (CHIAVENATO, 2000:489).

De acordo com Thomas Bateman: “As atividades específicas de controle são estabelecer padrões de desempenho que indiquem o progresso rumo aos objetivos de longo prazo; monitorar o desempenho de pessoas e unidades pela coleta de dados de desempenho: fornecer às pessoas e departamentos feedback ou informação sobre seu progresso; identificar problemas pela comparação entre dados de desempenho e os padrões; e executar ação para corrigir problemas” (p.29).

Controle departamental é o controle dos objetivos almejados e definidos em cada departamento.

Na Ribersucos, também, podemos presenciar departamentos como Administrativo, Financeiro, Comercial, Compras e Produção. Os departamentos são interligados e possuem a responsabilidade de realizarem as atividades proporcionando condições para a realização das atividades. O Departamento Comercial tem como objetivo dar Assistência e apoio aos representantes e Distribuidores oferecendo sempre material de apoio.

4.2.3 Controle Operacional

“Controle operacional é o processo utilizado em produção de tecnologia controlada por computador em que operadores multi-habilitados, mais que especialistas, podem executar ações corretivas.” (BATEMAN, 1998:528).

Depois de criar os planos táticos, e estratégicos, cada setor se encarrega de executá-los, dividindo entre os gerentes, o planejamento operacional segue com processos específicos dentro da organização.

Cada gerente o aplica com sua forma de trabalho, distribui funções delegando-as com procedimentos e fiscalizando resultados, geralmente desenvolvem planos para período de trinta dias, checando após o percentual alcançado.

4.2.4 Avaliação do desempenho individual

“Avaliação do desempenho é a avaliação do desempenho de um empregado no trabalho.” (BATEMAN, 1998:526). Ainda de acordo com Thomas Bateman: “As pessoas estão dispostas a trabalhar muito se existe uma razão para fazê-lo. Deve acontecer algo em seu local de trabalho que as incentive a trabalhar. Se uma pessoa sabe que o chefe vai verificar como ela cumpriu a ordem, tem mais chance de cumpri-la direito. Se for imposto um prazo, ela tem mais chance de cumprir a tarefa rapidamente. Além disso, é mais provável que as pessoas façam coisas que elas sabem que serão avaliadas em suas avaliações de desempenho. Também farão coisas quando forem justamente recompensadas por fazê-las.” (p.361).

Na empresa existe um sistema (people soft) para fazer a avaliação de desempenho dos profissionais, quanto às competências que são colocadas para determinado cargo e quais estão sendo utilizadas, esta avaliação é feita pelo próprio funcionário, outra com seu supervisor e uma última com ambos. O resultado consolidado é enviado à gestão de pessoas para futuro enquadramento ou desenvolvimento de habilidades.

4.3. Responsabilidade social e ética

4.3.1 Empresa cidadã

Idalberto Chiavenato assim define empresa cidadã: “A responsabilidade social significa o grau de obrigações que uma organização assume por meio de ações que protejam e melhorem o bem-estar da sociedade; à medida que procura atingir seus próprios interesses. Uma organização socialmente responsável é aquela que desempenha as seguintes obrigações:

  • Incorpora objetivos sociais em seus processos de planejamento;
  • Aplica normas comparativas de outras organizações em seus programas sociais;
  • Apresenta relatórios aos membros organizacionais e aos parceiros sobre os progressos na sua responsabilidade social;
  • Experimenta diferentes abordagens para medir o seu desempenho social;
  • Procura medir os custos dos programas sociais e o retorno dos investimentos em programas sociais” (p.45).

A Ribersucos não possui nenhum tipo de projeto social, entretanto colabora mensalmente com algumas instituições que se dedicam em cuidar de crianças portadoras do vírus do HIV.

4.3.2 Ética empresarial

“Ética é o conjunto de princípios morais ou valores que definem o que é certo ou errado para uma pessoa, um grupo ou ainda uma organização. O comportamento ético ocorre quando os membros aceitam e seguem tais princípios e valores.” (CHIAVENATO, 2000:40).

No mundo dos negócios, a ética influencia o processo corporativo de tomada de decisões para determinar os valores que afetam os vários grupos de parceiros e estabelecer como os dirigentes podem usar tais valores no dia-a-dia da administração das organizações. E a Ribersucos segue certos valores, dentre outros o de liberdade, para trabalhar tanto com os concorrentes como com nossos parceiros.

De acordo com Maria Gonçalves: “Filosoficamente, o conceito de liberdade encerra a idéia de que é a própria liberdade do homem a possiblidade de escolher sem coação ou constrangimento interno ou externo. É nesse sentido que a liberdade é entendida como a capacidade de mudar o rumo das coisas, dar-lhes outro rumo; promover novo sentido ao que parecia fatalidade, transformando uma dada situação em nova realidade, criada pelo conhecimento e pela ação humana.” (p.44)

Obviamente que regras estipuladas pela organização não podem se basear tão somente em preceitos individuais, uma vez que quando o indivíduo se relaciona com outros essas normas outrora estabelecidas devem ser cumpridas para que se obtenha harmonia no quadro social. Todavia quando falamos em liberdade estamos nos preparando para um possível estabelecimento de formas mais humanas de convivência social, favorecendo o exercício da cidadania e da participação nas decisões que afetam o interesse da comunidade, proporcionando em última análise a consolidação de valores como a liberdade e a solidariedade entre os homens.

Conclusão Final

Recomendações finais

“Os fornecedores de serviços devem explorar continuamente novas formas de fornecer serviços a seus clientes. Além disso, o treinamento baseado no perfil enfoca o desenvolvimento de formas de melhorar a qualidade em serviços. O treinamento deve ser projetado de forma a ensinar aos empregados e gerentes os perfis básicos necessários para melhorar os serviços, e assim, obter a melhoria contínua” (OLIVEIRA, 1999:27).

Com base em todo o exposto nesse relatório de estágio, pode ser observado que a Ribersucos, investe em melhorias e se preocupa em adequar a empresa nas normas vigentes do Ministério da Agricultura e Abastecimento e da Vigilância Sanitária. Asimm obteve melhorias significativas não somente na estrutura física como todo processo organizacional da empresa.

A busca constante pelo aprimoramento técnico tem sido marca indelével desde a fundação da empresa, utilizando em sua linha de produção e até mesmo lançando no mercado, maquinários com altíssimo padrão de qualidade e eficiência. Esse nível técnico somente pode ser alcançado a partir de estreita parceria constituida com seus fornecedores, disponibilizando investimentos em treinamento e materiais.

Falhas graves foram apontadas nas relações com o meio externo, como a ausência de um departamento dedicado exclusivamente ao marketing ou a terceirização desta área. Também foram levantados pontos fortes como a manutenção de estoques reduzidos, o que economiza tanto na aquisição de matéria-prima como em seu armazenamento e estocagem.

Contudo deve-se salientar que tratamos de uma empresa com 16 anos de atuação no mercado, que chegou a gerar mais de 100 empregos (diretos e indiretos) e hoje atua em seu segmento com o mínimo de mão-de-obra e o máximo de sua eficiência. São aspectos que merecem análise mais aprofundada onde encontraremos sugestões para solução de muitos problemas comuns a grande parte das micro empresas e empresas de pequeno porte que queiram se estabelecer ou permanecer no mercado por tanto tempo.

Conclusão

Ao final de dois anos de observação e pesquisa que resultou neste relatório, dá-se por encerrada a primeira etapa do processo de formação para a gestão empresarial. A aplicação prática dos conceitos acadêmicos adquiridos e a própria viência no meio empresarial farão parte de um novo desafio a ser explorado e vencido.

Tomando como exemplo a Ribersucos, pequena empresa do ramo de produtos alimentícios, onde todas as decisões se concentram em uma única pessoa – seu diretor – pode-se concluir que há um hiato muito grande entre a prática e o academicismo no gerenciamento de empresas de pequeno porte.

Muitas vezes ações completamente irracionais e puramente emotivas levam a empresa a tomar rumo desconhecido como nau desgovernada. Em outras situações, os métodos aplicados baseiam-se em experiências anteriores que ficaram gravadas na memória de seus agentes, resultando em acertos significativos.

Quando conseguir minimizar as diferenças entre ciência e experiência, ou ainda melhor, aproximá-las ao máximo, será possível quebrar conceitos previamente formados e estabelecer um sistema de gerenciamento altamente eficaz.

A aplicação de métodos científicos empiricamente comprovados em empresas de gerenciamento centralizado em uma única pessoa, normalmente o proprietário ou sócio majoritário, levará ao crescimento e fortalecimento da organização no meio em que se encontra, pois em muitos casos essas empresas mal sabem de suas possibilidades e seu futuro é muitas vezes incerto.

Referências Bibliográficas

ANSOFF, H. I. A Nova Estratégia Empresarial. São Paulo: Atlas, 1993.

BATEMAN, Thomas S.; SNELL, Scott A. Administração: construindo vantagem competitiva. São Paulo: Atlas, 1998.

CAMPOS, Vicente Falconi. TQC - Controle da Qualidade Total (no estilo japonês). Belo Horizonte, MG: Editora de Desenvolvimento Gerencial, 1999.

CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. São Paulo: McGraw Hill, 2000.

COBRA, Marcos. Administração em Marketing. São Paulo: ed. Atlas, 1997.

FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 3º ed. São Paulo: Saraiva, 2001.

GONÇALVES, Maria e Nely Wyse. A crise dos valores na modernidade. 3º ed. Rio de Janeiro: Ed. Senac, 1996.

KOTLER, Philip. Administração de Marketing. 10º ed. São Paulo: Prentice Hall, 2000.

MAXIMIANO, Antonio César Amauri. Introdução à Administração. 5º ed. São Paulo: Atlas, 2000.

MAXIMIANO, Antonio César Amauri. Teoria Geral da Administração. 2º ed. São Paulo: Atlas, 2000.

MOREIRA, Joaquim M. A ética Empresarial no Brasil. São Paulo: Pioneira, 1999.

OLIVEIRA, D. de P. R. Planejamento estratégico. 4º ed. São Paulo: ed. Atlas, 1999.

WRIGHT, Esmond. Homens que fizeram época. 5º ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2000.

Nova tarefa

09/06/2008 12:03 | Art | No comments

De agora em diante a melhor forma de me encontrar é na Gráfica Rosário - Rua Camilo de Matos 76

Quem já trabalha com a Pense Bem vai ter mais facilidades para rodar seus impressos: cartões de visita, folhetos, convites, etc.

O Tempo Não Pára

16/04/2008 11:24 | Pessoal | No comments

Disparo contra o sol
Sou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas
Eu sou um cara
Cansado de correr
Na direção contrária
Sem pódio de chegada ou beijo de namorada
Eu sou mais um cara

Mas se você achar
Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára

Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára

Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando uma agulha num palheiro

Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára

Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára

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Relatório final

07/04/2008 10:49 | Pessoal |

Já está pronto o relatório final do estágio em Gestão de Micro e Pequenas Empresas - veja página “Relatório”

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Agora sim…

01/04/2008 3:31 | Web | No comments

Totalmente testado, sem bugs, prontinho para ser seu.
Estas são as características do Blogue Bem. Um sistema desenvolvido com base no Word Press (um dos mais utilizados na rede). Transladado para o nosso idioma.
Sem nenhuma dificuldade, você poderá construir e/ou fomentar seu site com informações e notícias diariamente, na hora que você quiser.
Tá esperando o quê? O Papai Noel te trazer coisa melhor?

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Protegido: Em nome da mudança

30/03/2008 21:48 | Pessoal | Digite sua senha para ver os comentários

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Tô quase lá

05/03/2008 16:37 | Pessoal | No comments

Já tem quase um mês que minha mudança tá encaixotada e distribuida por aí a fora.

Eu e o pc ainda estamos no apartamento, por pura falta de opção.

As caixas contém objetos pessoais, roupas (estou cansado de usar as mesmas duas trocas de camisa) e o mais importante: o carregador do meu celular. Acredito que muita gente tem me ligado, mas infelizmente não me acha.

NO FIM TUDO ACABA BEM. SE NÃO ESTÁ BEM, É POR QUE NÃO CHEGOU O FIM.

Feliz Aniversário

02/03/2008 19:52 | Pessoal | No comments

38 anos nesta longa estrada da vida. Estou na caminhada, sem pressa, sem medo, às vezes com um pouco de angústia, mas isso é normal. Importante é nunca parar.

003.jpg
UM PASSO ADIANTE E VOCÊ JÁ NÃO ESTÁ MAIS NO MESMO LUGAR.

Finalmente

27/02/2008 18:53 | Web | No comments

Pense Bem   saka.JPG

Depois de tantos desencontros com o provedor de hospedagem, consegui criar o banco de dados e colocar no ar o site sakacolor.com

O blog das formaturas

11/01/2008 12:58 | Web | No comments

Cromos Formaturas

Cromos Formaturas

Este é nosso primeiro blog - na minha opnião o futuro dos sites pessoais e comerciais está na agilidade e diversidade de recursos que o blog disponibiliza ao usuário, isso sem citar a interação com o internauta - isso completa as bases da boa comunicação.